quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Passeio pelo 5ème

No segundo dia aqui, o dia em que fez sol, passeei sozinha pelo 5ème, uma das coisas mais gostosas que fiz até agora.

Depois de ir na Sorbonne pegar um documento pra me inscrever no curso, saí andando pelos arredores do Quartier Latin e me deparei com o Panthéon e depois, mais pra baixo, com o Sena, rio que corta Paris e é um dos tantos cartões-postais daqui.



Informações rápidas sobre o Panthéon - ainda não o conheço por dentro -, tiradas do meu guia de Paris:

quando Luis XV se recuperou de uma grave doença em 1744, ficou tão grato por estar vivo que concebeu uma igreja magnnífica para reverenciar Sainte Geneviève. O desenho foi confiado ao arquiteto francês Jacques-Germain Soufflot, que imaginou uma igreja em estilo neoclássico. A construção ficou pronta em 1790, 26 anos depois de ter sido começada.

Com a Revolução, a igreja tornou-se um panteão - local para os túmulos dos melhores e maiores da França. Napoleão o devolveu à igreja em 1806, mas o prédio ainda seria tomado e devolvido aos religiosos outra vez antes de finalmente se tornar público, em 1885.

Estão sepultados no Panthéon homens como Voltaire, Jean Moulin (herói da Resistência), Rousseau, Victor Hugo, Émilie Zola, entre outros.








Atrasada, mas preciso contar!

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