O edifício é "virado do avesso": escadas rolantes, tubulação de ar e água e vigas de aço que sustentam o prédio ficam todos do lado de fora, à mostra. Ao concebê-lo assim, os arquitetos Richard Rogers, Renzo Piano e Giafranco Franchini criaram um espaço interior completamente livre e flexível - além de gigantesco - para abrigar o Museu Nacional de Arte Moderna e outras atividades do centro cultural.
No acervo há artistas como Picasso, Miró e Pollock.
Alguns andares destinam-se ao acervo permanente, que é de matar de lindo. Entre obras do início do século XIX e obras moderníssimas, pude ver algumas obras daquelas que estamos tão acostumados a ver, só que em livros: que não se lembra do mictório ou da roda de bicicleta do Duchamp? Eles estão aqui! Uma informação que ouvi no Pompidou que explica muita coisa: perto do mictório, uma mulher dizia a alguns adolescentes "sim, é um simples mictório, mas ele foi a primeira pessoa a ter a idéia de assiná-lo"; a obra discute o valor da assinatura, da autoria. Um mictório sem a assinatura do Duchamp é um simples mictório, onde os homens fazem xixi; mas o mictório do Duchamp é uma obra de arte, que está no Pompidou!
O Pompidou tem, além de zilhares de objetos de exposição, salas de cinema, biblioteca, ateliers...
É comum ver músicos de rua tocando na frente do edifício (tem uma foto aqui embaixo), o que dá um clima ainda mais parisiense à experiência.
Nenhum comentário:
Postar um comentário